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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

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As pessoas que trazem na rua aqueles guarda-chuvas enormes 
e bicudos, fechados e virados ao contrário
 e não se importam se podem ou não magoar alguém, 
enquanto andam com eles frenéticos, para trás e para a frente, 
deviam ser picados com eles nos respectivos cus, 
durante um quilómetro
para verem o que é bom!!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Chavena de chá, anyone?

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Para quem me lê ou conhece (o que é basicamente o mesmo), sabe que não há nada que me tire mais do sério, do que falta de civismo! E existem dois sítios privilegiados para assistir ou experienciar estas atitudes, da primeira fila: no transito ou no ginásio. O primeiro caso está automaticamente eliminado, porque não conduzo. Mas ao segundo caso não posso fugir. E ontem ou porque estava especialmente irritadiça ou porque estava rodeada de belos exemplos, ia ficando maluquinha!
Ele é pessoas a fazer hidro que circulam num espaço de um metro, quando deviam fazer o exercício no mesmo sitio e acabam em cima uns dos outros, incluindo de mim. Tive que mudar de sitio 3 vezes para não me chatear. Quando acabou a aula estava a fumegar e acreditem que não foi do esforço físico! Saí da piscina tudo menos relaxada.
Chego ao balneário e uma menina muito fina, com cara de cu, encostada ao cacifo ao lado do meu, "refastelada" da vida, a beber uma águinha e a mandar sms. "Hello?!?! Não estas a usar o balnéario, baza!Existem imensas zonas comunitárias! Deixa quem se quer despir/vestir fazê-lo em paz e com espaço!"
Nem um centímetro deslizou para que pudesse abrir o meu espaço! Peguei nas minhas coisas e fui para o lado oposto, já cega.
Banho tomado e quando regressei, estava a minha parte toda ocupada com objectos pessoais de outra pessoa: água, roupa suja, produtos de higiene..A serio?? A serio???
Mas esta gentinha pensa que está em casa? Quando em espaços públicos devemos respeita-los e partilha-los com quem nos rodeia!
Um dia destes salta-me a tampa e levo tudo à frente!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Toca a crescer, cambada!!

Sempre que ando de transportes públicos, especialmente autocarros ficou chocada com o egoísmo e a falta de civismo da canalhada que por ai anda!
O autocarro cheio de velhinhos em pé e os parvos a correr para os lugares livres!
Será que não tem educação, olhinhos na cara, que vão morrer por aguentar uma viagem de pé?
As pessoas de idade trabalharam uma vida, sustentaram a família, criaram filhos e netos, já tem direito ao seu descanso!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Sempre que ando de metro...

... só me apetece berrar: " - E deixarem sair antes de entrarem a bruta, huh? "
E uma falta de civismo que não se compreende!!

sábado, 30 de outubro de 2010

Nas eleições niguem tem opinião, mas no teatro não se calam!

Quando me convidaram para ver a peça de teatro "Uma história de dois", que anda no Porto, no Rivoli, com a Teresa Guilherme, fiquei um pouquito céptica: a pessoa em questão, num palco...hmmm...um bocadito suspeito. Pensava eu que isso iria ser o problema principal.
A Teresa Guilherme esteve muitíssimo bem e o actor Guilherme Filipe, excepcional. O argumento era muito fraquinho e a piada relativa. Mas ok, dava para passar um bom bocado, sem puxar muito pelo miolo, relaxar e no fundo, uma boa maneira de ou acabar a semana ou de começar o fim de semana. Mas a verdade, é que sai de lá a ferver, a desejar ter escolhido outro dia para ir, envergonhada com falta de civismo português. E admiradíssima de como grande parte da nossa população não está preparada ou habituada a receber cultura. Mesmo da mais popularucha!
Mas passo a explicar: quem já esteve no Pequeno Auditório do Rivoli, sabe que é minúsculo, qualquer barulho pode perturbar os actores. Que para quem não sabe ou não parou para pensar nisso, têm um discurso decorado, um fio condutor que ao mínimo barulho é rompido. Na sessão de ontem, tocaram telemóveis, pessoas conversavam de um lado para outro da fila, riam como se não houvesse amanhã nas partes dramáticas e pior do que isso, algo que nunca na vida tinha visto, algo que para mim tocou o irreal, o surreal: o actor num monologo muito profundo e as pessoas a falarem alto com ele, a dar palpites sobre o que ele devia fazer, ou porque se sentia assim! Uma das vezes ele interagiu com o publico e foi o fim da picada: as pessoas nunca mais se calaram. Passaram de falar com os actores nos monólogos, para continuarem nos dialogo e especialmente quando estes estavam calados, para a sua própria voz ser ouvida. Comentários parvos, bocas brejeiras, referencias ao "Big Brother", enfim, tudo o que lhes vinha àquelas cabecinhas de minhoca!
 Fiquei embarassadissima por estar inserida num grupo de pessoas, que se esquece que outras estão a trabalhar! Porque não conseguem observar e absorver? Têm de comentar, "abandalhar", fazerem-se notar! Foi uma pouca vergonha! Já estive num palco muitas vezes e o que se passou a meu ver, foi um abuso!
Se estas pessoas acham que não conseguem ouvir um dialogo sem falar, que fiquem em casa, a ver a novela e a falar para o ecran! Assim não perturbam os actores, que estão a trabalhar, nem espectadores como eu, que gostam de apreciar o teatro em silencio, tal como é suposto ser apreciado!