Porque existem certezas na vida tão claras como a água...
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Questiono-me se alguma vez a tua simplicidade conseguirá compreender a complexidade da minha alma. Das minhas mil vidas vividas, das minhas feridas mal saradas e noites mal dormidas. Questiono-me se estarei a ser correcta. Se não serei um fardo demasiado pesado para carregares. Se alguma vez me conhecerás de cor. Se de olhos fechados saberás quantos sinais guardo na pele. Se saberás ler as expressões do meu rosto, as legendas dos meus olhos. Se de tão bem me quereres, já saberás o que evitar dizer, o que nunca fazer, o que gosto de ouvir, o que me faz chorar e quando dar aquele abraço. Compreenderás aí que ás vezes o que me magoa mais, nem é o problema em si, mas a maneira como ele é ignorado ou a forma como não o encaras e não o tentas resolver. Quando esse dia chegar, se por lapso me fizeres sofrer saberás que bastará um "desculpa", "gosto de ti", "não tinha intenção de te magoar" e os teus fortes braços à volta do meu vulnerável ser, para que volte para ti. Não sei se esse dia virá. O dia em que por loucura, fazes marcha atrás e de rompante me tocas à campainha só para me abraçar, só por saudade, só para dizer que me amas, só porque sim... O dia em que me agarrarás e me farás esquecer o mundo, o dia que me fizeres tua, o dia que sinta o teu coração a bater, o teu sangue a ferver, o teu pulso cerrado no meu. Antes um estalo, um abano, um grito de raiva, um murro na mesa, do que a indiferença e o sono, meu amor. Antes a chama acesa, quente e vertiginosa do que a apatia de quem nada teme. Chegará esse dia? Até lá aguardo. Com a desconfiança de quem já muito viveu e a esperança de quem ainda sonha e acredita. Pois julgo que dei todos estes passos para chegar a ti, para te encontrar, para te imortalizar. A questão é se tu já percorreste todos os caminhos para chegar a mim. Aguardo na certeza de nunca ter estado tão certa, na incerteza do futuro, na esperança do teu despertar e na ansiedade de descobrir se estas realmente comigo e até onde estás disposto a ir. Pois eu já sei responder a essa resposta: até à eternidade...
Chocante!
Deixo-vos um pequeno documentário sobre a visão da homossexualidade, nos Estados Unidos (e atrevo-me a dizer, em todo o mundo), nas últimas décadas! Está incrivelmente bem feito! Aconselho que passem os próximos 7 minutos a vê-lo!
Tive novo email hoje (Scarlet da pulinhos de alegria)! :D Nunca dizemos nada de mais, na troca de correspondencia, mas vamos conhecendo um pouco mais do outro. Já sei que a viagem de sonho dele `e Nova Zelândia ou Austrália (nada a ver comigo!), que tem um mini-clássico, que viajou muito de mota pela Europa, etc. Faz-me sorrir "lê-lo" e rir estar com ele! Tenho que me por boa num instante para voltar aos treinos rápidos e partilhar uns fluidos corporais com ele..errr...suor, claro!!Eheheh Estou com um feeling estranho. O mesmo que tive `a quase dois anos atrás. Será? Pelo menos algo de bom ele já trouxe a minha vida: a capacidade de sonhar, a esperança a vontade de voltar a amar, o interesse em conhecer alguém novo, a vontade de que ele entre na nossa vida. Só por isso, já foi bom.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
"Homeless" - Leona Lewis
Waiting here For you to call me For you to tell me That everything's a big mistake
Waiting here In this rainfall Feeling so small This dream was not suppose to break I'm so sorry now For the pain I caused you Wont you please forgive Please
But you don't love me anymore You don't want me anymore There's a sign on your door No vacancy, just emptiness Without your love I'm homeless
In this cold I'm walking aimless Feeling helpless Without a shelter from the storm
In my heart I miss you so much I'm missing your touch And the bed that used to be so warm
I'm so sorry now For the pain I caused you Wont you please forgive Please
But you don't love me anymore You don't want me anymore There's a sign on your door No vacancy, just emptiness Without your love I'm homeless