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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A desmesurada dor de se ir perdendo um pai

Como nos mentalizamos que vamos ficar orfãos?
Como imaginamos os aniversários, as férias, o Natal sem um pai?
Como nos capacitamos que apartir de agora, deixamos de fazer memórias e passamos a viver delas.
Como aceitamos a sua ausência para todo o sempre? O vazia na mesa? O número de telemóvel que nunca mais será usado ou atendido?A festa que nunca mais teremos no rosto? Aquele nome carinhoso de infância, pelo qual apenas ele nos continua a chamar?
Passei a minha vida a pedir para que quando me levassem alguém, eu tivesse já a minha própria família, para me agarrar, para me obrigar a levantar de manhã. E agora que tenho uma filha, continuo sem estar preparada para deixar de o ser.
Como se despoja o armário das suas roupas? As gavetas dos seus objectos pessoais? 
Como conseguirei eu mentalizar-me que a minha filha não terá memórias suas com o avô, apenas aquelas contadas?
Quem te viu, meu pai. E quem te vê! Magrinho, amedrontado, encolhido...
Se apenas eu pudesse minimizar essa dor, esse medo. Se eu pudesse adiar ter de te perder...
Como nos mentalizamos da morte de um pai.
Não o fazemos. Não há como. Em idade alguma.
Não há como preparar o nosso coração para a infindável dor que vai sentir e que sentirá, pela vida fora...
Pode só haver uma mãe, mas pais, como tu também.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Back (for good?)

hello october  | via Tumblr
Não foram as chuvas que me trouxeram,
Nem os ventos forte de Outono, 
Nem mesmo a final da época de trabalho.
Foi mesmo uma baixa por gravidez de risco
(minha menina quer sair mais cedo).
Mas não importa o que me trouxe,
ou por quanto tempo fico.
O que importa é que estou de volta,
muito saudosa
e com toneladas de novidades para partilhar.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Corpinho, é bom que atines!

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Passei uma noite complicada, com muitos pesadelos e pouco descanso.
Levantei-me "cedo" e andei 2 horas, debaixo de quase 20º com roupa de inverno, a um ritmo louco, pelas ruas a pique do Porto!
Achei que a pastilhinha de guaraná me ia ajudar nisto tudo, visto o efeito ser supostamente imediato! Mas não, falhou redondamente: tive uma quebra de tensão, á hora de almoço e estive a dormir até agora!
Definitivamente ando em overtraining! Ou as pastilhinhas fazem milagres ou vou mesmo ter que diminuir o ritmo do treino. Hoje a "brincadeira" já me obrigou a ficar em casa a descansar. Quero ver quando começar a trabalhar!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 21 de julho de 2011

sábado, 9 de julho de 2011

A vida

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A vida não me tem deixado passar por aqui.
A minha cabeça e coração e toda a minha energia têm estado direccionadas para várias coisas. Demasiadas para só uma pessoa.
E agora estou doente, de cama, ontem com 39º. E mesmo assim, não sei o que escrever. Não sei o que partilhar com vocês.
Nada de muito interessante se passa na minha vida. Pelo contrário, nada anda muito bem.
Mas o mau não interessa partilhar. Problemas já todos temos que cheguem.
Prometo voltar, juntamente com a inspiração. Assim que os dias se tornem mais risonhos...